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Economia e administração sob a hype da contabilidade

Estamos cientes que Adam Smith e Keynes (Economia), e Fayol e Taylor (Administração) estão muito aborrecidos em seus túmulos, diante das métricas das Demonstrações Contábeis e Financeiras

"Com o mundo sob adversidades, problemas e desafios, as profissões acima citadas, estão na mesmo linha tênue, quer seja por Capital, quer seja pela evolução meteórica da Inteligência Artificial."

INTRODUÇÃO

Estamos cientes que Adam Smith e Keynes (Economia), e Fayol e Taylor (Administração) estão muito aborrecidos em seus túmulos, diante das métricas das Demonstrações Contábeis e Financeiras de Lucas Paciolli (Contabilidade), diante do nível de transparência e inserção dos algoritmos e dos recursos atuais da Inteligência Artificial e dos Agentes de IA, diante do know how, expertise e background do sistema altamente seletivo que eclode dos profissionais que labutam em contabilidade.

Sabemos que o mundo está diante de adversidades, problemas e desafios, onde os líderes estadistas não tem vida fácil, já que os problemas tendem a se agravar, diante dos fatos e acontecimentos que se descortinam, e acreditamos que esse fato deverá afetar sensivelmente todas as economia, exigindo melhor administração, devidamente acompanhada por uma contabilidade que exerça seus devidos princípios.

No caso em particular do Brasil, sabemos que é um grande país continental, maior país da América Latina, com potencialidades econômicas invejáveis, com recursos naturais e minerais, terras férteis cultiváveis que geram proteínas animais e vegetais, aquífero de água potável, potencial energética das águas dos rios, mar, sol e ventos, potencial petrolífero, gás e combustível, na costa oceânica, e na Foz do Rio Amazonas, com grande potencial de terras raras, e demais riquezas.

Administrado por Poderes Constituídos, onde muitos desconhecem seus valores e princípios, e se deixam levar pelo sistema cancerígeno, através de delitos, corrupção fraudes e demais, pois é inconcebível habitarmos um país RICO e termos grande parte da população de POBRES, isso se chama ausência de compartilhamento, gerando desigualdade e agravos sociais em processo de elevação.

ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO SOBA ÓTICA DA CONTABILIDADE

Reconstruindo o pensamento dos precursores da Economia, Administração e Contabilidade como se eles analisassem o mundo atual – incluindo guerras, crises e a ascensão da Inteligência Artificial (IA). Sem filtros, ou seja, sem eufemismos ideológicos ou técnicos.

1. Precursores da Economia: Adam Smith, David Ricardo e John Maynard Keynes

Visão geral do mundo atual

Smith veria o caos geopolítico e a automação intelectual como uma falha de coordenação entre interesses individuais e bem comum.

Ricardo observaria que a IA está criando um novo tipo de "vantagem comparativa" entre humanos e máquinas, gerando desemprego estrutural e concentração de renda.

Keynes reconheceria que a "paralisia da preferência pela liquidez" diante da incerteza bélica e tecnológica impede investimentos.

Adversidades e conflitos bélicos

- Para Smith: a guerra destrói o capital fixo e desvia o trabalho produtivo para atividades destrutivas. A solução não é o protecionismo, mas a manutenção de mercados abertos mesmo em conflito (como a Suíça na 2ª Guerra).

- Para Ricardo: bloqueios e sanções alteram os termos de troca. Os países perdem mesmo quando "vencem", pois a guerra é um imposto sobre a eficiência.

- Para Keynes: a guerra é um choque de demanda negativa (destruição) seguido de inflação de custos. O Estado deve intervir com gastos anticíclicos, mas a automação militar (drones, IA tática) torna a recuperação assimétrica.

Evolução da IA como desafio

- Smith: IA é uma nova divisão do trabalho – porém, quando uma "máquina pensante" substitui o trabalho intelectual, o trabalhador especializado perde sua barganha. O mercado não tem compaixão; logo, a desigualdade será extrema. A invisibilidade da mão pode esconder um punho de silício.

- Ricardo: a renda tecnológica se concentra em quem detém os algoritmos. O salário de eficiência humano tende a zero se a IA fizer o mesmo por custo marginal próximo de zero. Haveria um novo estado estacionário com superávit de máquinas e exército de reserva humano.

- Keynes: alertaria para o desemprego tecnológico como já fez em 1930. Diria: Estamos resolvendo o problema econômico da escassez, mas criamos o problema psicológico do tédio e da distribuição. IA sem renda básica universal leva à revolta.

Conclusão econômica sem filtros

Os economistas clássicos diriam: a IA não é amiga do trabalho humano, apenas do capital. A guerra acelera a substituição de soldados por algoritmos. O mercado, sozinho, gerará miséria em massa se não houver tributação dos robôs e redistribuição.

2. Precursores da Administração: Frederick Taylor, Henri Fayol e Elton Mayo

Visão geral do mundo atual

Taylor analisaria a IA como o ápice da administração científica: cada decisão otimizada por dados, eliminando a vadiagem sistemática dos gestores.

Fayol veria a estrutura organizacional ameaçada porque a IA pode planejar, comandar e coordenar melhor que humanos.

Mayo enxergaria um desastre nas relações humanas: trabalhadores competindo com máquinas que nunca se cansam e não precisam de reconhecimento.

Adversidades e conflitos bélicos

- Taylor: a guerra é ineficiência pura, mas, se inevitável, deve ser gerenciada como uma linha de produção de morte. O método científico aplicado à logística militar minimiza perdas. IA tática é a Taylorização do campo de batalha.

- Fayol: a guerra rompe a unidade de comando, a disciplina e a ordem. Empresas em zonas de conflito colapsam por falta de previsão. IA preditiva poderia antecipar movimentos bélicos, mas não substitui a autorência humana em decisões éticas (que ele valorizava).

- Mayo: a guerra e a IA geram estresse, anomia e queda de produtividade. A liderança humana perde sentido quando um algoritmo dá ordens. Conflitos internos aumentam – os humanos se rebelam contra chefes robôs.

Desafios para os profissionais da Administração

- Taylor: o gestor atual é obsoleto se não souber programar e analisar big data. A função de tempos e movimentos é feita por câmeras e redes neurais em tempo real. O administrador vira um verificador de algoritmos.

- Fayol: as funções clássicas (prever, organizar, comandar, coordenar, controlar) estão sendo absorvidas por ERPs com IA. O que sobra para o humano? Apenas funções de exceção e relações institucionais (governança, compliance, crise). Mas aí o humano é o gargalo.

- Mayo: a motivação humana é destruída quando a IA monitora cada piscar de olhos. O trabalhador se sente substituível. A satisfação no trabalho cai a zero; o absenteísmo e o sabotagem aumentam. A solução – grupos de apoio e escuta ativa – é inviável contra um algoritmo que nunca erra.

Transparência racional

Os precursores diriam: a Administração científica falhou em prever que a máquina também pensaria. Fayol ingênuo ao achar que a autoridade formal resistiria à IA. Mayo romântico ao crer que o fator humano venceria a eficiência. O mundo administrado por IA é eficaz, mas inumano.

3. Precursores da Contabilidade: Luca Pacioli, e os teóricos do custo histórico (Paton, Littleton)

Visão geral do mundo atual

Pacioli, o frade matemático, veria o método das partidas dobradas ainda válido, mas a IA tornando a escrituração automática, instantânea e preditiva. O grande problema: o que é um "ativo" quando a IA gera valor intangível? Como mensurar um algoritmo que aprende e se torna obsoleto em semanas?

Adversidades e conflitos bélicos

- Pacioli: a guerra gera destruição de ativos, passivos incertos (reparações), e receitas fictícias (contratos bélicos inflacionados). A contabilidade honesta é a primeira vítima; governos escondem gastos militares em off-balance.

- Custos históricos (Paton): em conflito, o custo histórico perde sentido – reposição é impossível ou a preços de guerra. A IA poderia calcular o valor justo em tempo real, mas isso abre margem para manipulação. A contabilidade vira arma geopolítica.

Evolução da IA como desafio específico para contadores

- Automatização total do livro diário, razão e balancete. O contador de lançamentos morre.

- Auditoria: IA audita IA – conflito de algoritmos. Quem valida o validador?

- Mensuração: ativos de IA (redes neurais, dados proprietários) não se encaixam em custo histórico, nem valor de mercado (pois não há mercado ativo). Nem o CPC/IFRS resolve. A contabilidade entra em zona de subjetividade generalizada.

- Fraude: IA pode gerar demonstrações financeiras perfeitas e falsas, indistinguíveis de reais para o olho humano. A fidedignidade contábil acaba.

O que os precursores diriam sem filtros

Pacioli: "Meu método ainda é verdade, mas vocês o perverteram com complexidade inútil. A IA expõe que a contabilidade sempre foi uma convenção, não um retrato da realidade."

Paton: "Sem consenso sobre como medir o intangível (IA), o balanço patrimonial vira ficção. O contador vira um narrador de histórias, não um mensurador de fatos."

Síntese: O mundo descrito pelos precursores

| Área | Adversidade principal | Impacto da IA no profissional | Saída lógica proposta |

| Economia | Guerra + automação = desigualdade | Desemprego estrutural e concentração de capital | Tributação de robôs e renda básica universal |

| Administração | Autoridade humana vs. algoritmos | Gestor vira operador de exceções, burnout por vigilância | Redesenho radical das funções humanas |

| Contabilidade | Perda de objetividade na mensuração | Automação total dos lançamentos, auditoria circular | Reconhecer que contabilidade é convenção social |

Sem filtros: Os precursores não teriam respostas prontas, mas concordariam que o profissional de cada área, se não quiser ser obsoleto, precisa abandonar o tecnicismo ingênuo e abraçar a política, a ética e a criatividade humana – justamente o que a IA não faz bem (ainda). A guerra acelera isso; a IA consuma.

O mundo descrito por eles é o do fim das certezas mensuráveis e do trabalho repetitivo. Sobra para o humano o imprevisível, o conflituoso e o que exige julgamento de valor – que, ironicamente, nenhum precursor conseguiu formalizar.

Os sistemas que mensuram a evolução dessas ciências, precisam de profissionais antenados tecnologicamente, e com capacitação e qualificação diferenciada que possa interpretar e analisar os fatos, diante dos acotecimenos, com celeridade.

Devemos entender que a MATRIX do momento, está sendo alimentada full time and real time, onde as estratégias consequentes devem exigir um PDCA e uma SWOT mais alinhada e altamente flexível diante dos resultados imprevisíveis.

Obstante ao fato, o mercado seletivo exige profissionais com caraterísticas e performance devidamente adequada, portanto:

ADAPTAÇÃO (Darwin), RELATIVIDADE(Einstein), PROPORCIONAL (Prust), INTELIGÊNCIA (Howard Gardner), AÇÕES LICITAS E PROBAS (Constituição Federal), Fé e Resiliência (Holy Bíble), INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (Ky Fu Lee), O CHOQUE DO FUTURO (Alvin Toffler), criar seu próprio AGENTE DE IA (Manus AI), THE SINGULARYDAD IS NEAR (Ray Kurzweil), PRINCIPIOS e NOVA ORDEM EM TRANSFORMAÇÃO (Ray Dálio), SAPIENS, HOMO DEUS, "Ligar nossos neurônios e acionar as nossas sinapses" (Yuval N. Harari).

EM CONTRAPARTIDA LER: O PRÍNCIPE(Maquiavel), O DISCURSO DO MÉTODO (Descartes), ASSIM FALOU ZARATRUSTRA (Nietzsche), O CAPITAL (Karl Marx), O IDIOTA, GENTE POBRE, CRIME E CASTIGO, IRMÃOS KARAMAZON, e OS DEMÔNIOS (Dostoievsky), DIVINA COMEDIA e INFERNO(Dante), para obter condições intelectuais de escrever e analisar um relatório profissional.

Desculpe, amigos(as), mais não se faz uma omelete sem quebrar os ovos da galinha, e poucos serão aqueles que hão de passar pelo buraco da agulha, mas sabemos que vivemos, bebemos, e comemos com o suor do nosso rosto, e que nosso segredo sempre estará conosco, entre ambas as colunas na casa de São João.

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